Graciosamente chegaste fria.
Como sempre fizeste.
Aos fracos, aos fortes, aos humilhados
E aos vencedores. Tua graça fútil e banal
Dá a todos a sua presença
E assustadora, desde o início do Mundo.
Sempre fizestes teu trabalho
Quem sabe sem notares
Que aqueles que acreditaram
Souberam de ti, nunca a temeram.
Sempre e a esses não assustas.
Graciosa e eterna
A cumprir a vida.
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