Que a brisa leve e ligeira alise

meu corpo e refresque os sabores,

criar em mim aquele que não sou eu,

mas outro que mesmo que seja

outro, que saiba amar,

que seu castelo não seja de cartas vans

mas de infinitos esplendores

que universos venham nele tocar

que nunca reste duvida

de coisa alguma

nessa brisa que desliso

na madrugada amena

preparando a chegada dele,

o sol. Que colorirá os olhos

de todos que o querem ver

de verdade, a harmonia de raios

brilhantes de todas as cores.

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